Stéphane

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Stéphane
  • Data de entrada no Club Med :
    Outubro de 2006
  • Villages :
    Alpe d’Huez, Bodrum, La Caravelle
  • Formação :
    Administração
Mini-CV
  • Motorista
  • Responsável de Caixa
  • Gestor numa empresa parisiense
  • Responsável de Caixa
Conhecemos uma série de pessoas que, de outro modo, provavelmente nunca teríamos conhecido

Foram, o prestígio do Grupo Club Méditerranée, o quadro de trabalho e as oportunidades de carreira que me levaram a abandonar a Função Pública depois de trabalhar como policial durante seis anos. O Club Med procurava um motorista com disponibilidade imediata e aceitei logo o emprego! Logo, o Club percebeu que eu tinha potencial para ser gestor e propôs uma formação. Foi assim que aprendi a gerenciar a tesouraria de um resort.

No dia-a-dia, sou responsável por consolidar os caixas de todos os centros de lucro do resort (spa, recepção, etc.), verificar o acompanhamento financeiro dos vários responsáveis e por elaborar as estatísticas. Para desempenhar este cargo é necessário ter uma boa base de formação em gestão e ter algumas noções de contabilidade. É também necessário um grande rigor e diplomacia. Na verdade, no village é necessário saber ser um bom negociador, dado que a vantagem e o inconveniente do Club assentam no fato de sermos muito próximos dos nossos colegas e, por vezes, ser difícil separar a amizade do trabalho.

Contudo, o que me pôs mais à vontade no Club foi a proximidade com os clientes. Tendo por base uma formação militar, era difícil estabelecer uma relação de cumplicidade com eles. No entanto, com o passar do tempo, isso tornou-se cada vez mais fácil. Hoje acredito verdadeiramente que o contato que podemos ter com os GMs é extremamente enriquecedor. Conhecemos uma série de pessoas que, de outro modo, provavelmente nunca teríamos conhecido. Aliás, ainda hoje continuo a manter o contacto com os GMs que conheci há quatro anos!

Presentemente, o meu objetivo é continuar a evoluir na área da gestão, continuando a ser GO no Club Med. A dada altura, pensei ter uma boa oportunidade de evolução em Paris e abandonei o Club Med durante dois anos... mas depressa voltei a exercer a minha profissão no village. Esta experiência longe do Club Med permitiu-me perceber a sorte que tinha por ser GO, por poder viajar e viver em ambientes incríveis.